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terça-feira, 17 de maio de 2016

Roupas para Bebê

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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Novidade - A diversão é na mesa!



O Prato Giratório é prático, durável, resistente, lavável e atóxico / Não derrama comida / Acompanha tampa / Serve como atrativo na hora de alimentar as crianças / Diminui consideravelmente a sujeira no momento da alimentação / Não oferece riscos às crianças

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

PAIS E AVÓS: O DESAFIO DE CONCILIAR DIFERENTES PAPÉIS NA VIDA DOS PEQUENOS





"O papel dos pais é educar. O dos avós é estragar, se divertir!". Essa sentença lhe soou familiar? Certamente você já ouviu algo parecido quando o assunto é a educação dos nossos filhos. Avós possuem sabedoria, amor, vivência e reconhecem o valor da presença de uma criança em suas vidas. Além disso, geralmente possuem mais tempo livre para curtir brincadeiras, promovendo um ambiente de diversão aos pequenos. Por outro lado, os pais precisam conciliar desafios profissionais, cuidar da casa (muitos ainda a procura ou em fase de construção e reforma do lar) e ainda assim garantir uma educação de qualidade, com amor, carinho, limites e regras.

Todos os papéis são complementares e fundamentais. Não podemos deixar de reconhecer isso. Contudo, o sucesso da relação de pais e avós na educação da criança passa pelo diálogo. Cabe aos pais procurar conversar para estabelecer limites para determinadas situações, reconhecendo sua responsabilidade para conduzir a educação, para promover melhor convívio entre todos.

É inegável que avós que cuidam dos netos enquanto os pais trabalham acabam exercendo maior papel de paternidade. Muitas vezes, essa condição acaba fazendo-os mimar ou educar demais os netos e, se não houver uma conversa franca, confusões e desavenças podem acontecer. Pais pensam diferente dos avós e vice-versa. Por isso, é fundamental que os pais procurem dialogar com sensibilidade e franqueza para definir até onde cada um pode ir em situações de divergência.

Não permita que brigas atrapalhem a relação do seu pequeno com os avós. É uma dádiva presenciar o convívio e o amor do vovô e da vovó com os pequenos. Estimular essa vivência de forma saudável vai marcar para sempre a infância do seu filho(a)!

domingo, 13 de setembro de 2015

7 DICAS PARA PREPARAR A CRIANÇA PARA A CHEGADA DO IRMÃOZINHO

"Ter filho é tudo". Quem é pai ou mãe e já ouviu alguém falando assim sabe a força dessa expressão. De fato, quando nasce o primeiro filho, a vida muda completamente e, inevitavelmente, a criança se torna o centro das atenções dos pais, avós. além de familiares e amigos. É lógico que ela se acostuma com isso e ficaria difícil dividir esse status com outro alguém. Para muitos, seja de forma planejada ou inesperada, apesar da grande alegria, a chegada do segundo filho também traz novas dúvidas e incertezas da paternidade.

"Como vou preparar o meu pequeno?", "Como posso explicar para a minha princesa que vem outra princesinha também para a nossa casa?" ou "Como vou fazer com que meu filho veja tudo isso de uma forma positiva?". São tantas as questões, que se não houver preparação e diálogo, o caminho pode ser bem mais difícil para o bom convívio de ambos. Por isso, preparamos 7 dicas para ajudar a família neste momento tão especial:

1) Pais confiantes
Quem deve tomar a liderança são os pais. Por mais que pareça óbvia essa afirmação, com o cotidiano e cansaço do dia a dia, muitos se deixam levar pelo ritmo das situações e das manhas dos filho maior. Não pense que ele vai gostar da ideia de ter outro bebê em casa logo de início. Durante a gravidez, incentive a criança a fazer carinhos na barriga, a conversar com o bebê na gestação, passando a ideia de que a mamãe conta com sua ajuda para cuidar e ensinar as coisas. Explique vai amar ambos de forma igual, que o amor não vai diminuir e certifique-se que o seu pequeno se sinta mais seguro sobre esse processo de mudança. Demonstrar quando o bebê chutar na barriga porque está feliz com a presença do irmãozinho também ajuda.

2) Preparativos
Faça com que o mais velho chegue no quarto antes da chegada do bebê. Isso vai ajudá-lo a se sentir mais seguro e acolha ao invés de "ser acolhido" por chegar por último. Para sair a mesma coisa, providencie que o bebê saia primeiro, pois assim o mais velho sentirá que sua presença tem força no ambiente. Faça esforço para demonstrar grande alegria quando os dois se encontrarem pela primeira vez!

3) Incentive a participação
Muitas vezes a criança quer ajudar nos cuidados com o bebê. Valorize essas iniciativas. Permita o auxílio ao levar uma fralda suja no lixo, trazer a chupeta, pegar uma troca de roupa, entre outros pequenos favores. Elogie dizendo que sente orgulho por ele se comportar assim e que conta com ele para ajudar a tomar conta por ser o mais velho.

4) Evite reaproveitar tudo
Não importa se você já tem filhos ou não. A chegada de um bebê sempre exigir um pouco de investimento em fraldas, utensílios de higiene, roupinhas, preparação do ambiente, entre outros. Por isso, a medida do possível, evite dar tudo que era do mais velho ao outro. Assim a criança mais velha não sente tanto que está perdendo coisas e nem o mais novinho daqui um tempo vai pensar que só ficou com as "sobras".

5) Chame reforço
Nos primeiros meses de vida, a atenção dos pais, avós, tios, familiares e amigos com o mais velho pode aliviar essa carga. Eles não vão adivinhar que a mamãe precisar de ajuda, então a mãe não deve ter receio de pedir apoio para dar atenção ao pequeno, pois o recém-nascido já está sob cuidados especiais!

6) Atenção é tudo
Se o filho mais velho quer contar algo, por mais que o cansaço esteja latente, é importante dar atenção. Os primeiros meses da vida de um bebê exigem muito esforço, o sono é comprometido, mas o mais velho não pode sentir que "meus pais estão sempre cansados para mim" ou "eles não gostam mais de mim".

7) Converse com seus filhos
Graves problemas familiares acontecem por falta ou falha na comunicação. Procure prestar atenção em seus filhos. Ao menor sinal de tristeza, insegurança ou raiva procure entender os motivos e ajudar a resolver a situação. Problemas que são tratados desde os primeiros anos de vida dificilmente se tornam enormes transtornos na adolescência e vida adulta. Na dúvida, converse, converse e converse de novo!

Cada família tem o seu ritmo e jeito certo para fazer as coisas. Em muitas situações, a intuição é que vai prevalecer. O mais importante é estar ciente sobre a necessidade de demonstrar o amor a ambos, respeitando suas individualidades e, principalmente, valorizando como é maravilho ter um irmão compartilhando o amor da família. Deixe claro que sempre haverá o espaço de cada um no coração do papai e da mamãe e que, acima de tudo, irmãos devem ser unidos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

7 DICAS DE BRINCADEIRAS PARA CRIANÇAS EM APARTAMENTOS


Uma das grandes dificuldades para quem mora em apartamento e tem filhos é a hora da brincadeira. Se pararmos para pensar, é brincando que se aprende muita coisa. Coordenação motora, aprender a dividir, fazer amigos, respeitar regras, concentração e linguagem são exemplos sobre como brincar agrega e muito na educação dos pequenos. Encontramos algumas dicas interessantes no site www.roteirokids.com.br para revolucionar a diversão na sua casa. Confira!

1) Carrinho de papelão



2) Cobra de gravata



3) Dinossauros em casa



4) Escorregador de papelão



5) Lençol para desenhar



6) Parede de legos



7) Tinta lousa de parede


Para se divertir, a regra principal é criatividade. Agora é com você. Pense sempre como você pode transformar aquilo que tem em casa em itens para brincar com as crianças! Clique aqui e confira mais dicas!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015


PREPARANDO O BEBÊ PARA OS ALIMENTOS

Somadas a grande alegria de receber uma nova vida no ambiente familiar, também começam as responsabilidades. E, sem sombra de dúvida, uma das principais é a alimentação. O momento de comer deve ser prazeroso, valorizado pela descoberta de sabores, além de uma oportunidade para interação da família!

1.    Precisamos falar sobre o leite materno? Sim. Sempre!
Até os 6 meses nada de sucos, água ou chazinho. Além da nutrição, imunização e um laço afetivo fortalecido, o alimento materno vai deixar muitas lições que permearão pelo resto da vida. Nada de pensar também que se a criança chora é porque está com fome de leite (existem outras razões também!). Obesidade infantil pode ser evitada também com a aplicação de rotina, estimulando a saciedade de forma saudável. Uma situação que muita gente esquece ou desconhece é que o bebê começa a descobrir os sabores ainda nessa fase, pois o leite difere conforme a dieta da mãe. Por isso, é fundamental a alimentação saudável e balanceada.

2.    Leite de vaca integral não substitui leite materno!
Se houver impossibilidade da amamentação, o pediatra deverá receitar a fórmula adequada, principalmente para o primeiro ano de vida do bebê. Se negligenciar essa fase tão importante, sequelas podem surgir para o resto da vida. Problemas cognitivos, prejuízo no crescimento, anemia, falta de proteção para infecções e vulnerabilidade para doenças crônicas são alguns exemplos.

3.    Chegou o sexto mês... E agora?
A dieta da criança passa por uma grande mudança a partir do sexto mês. É o período em que introduzimos as papinhas na rotina dos pequenos. Amasse com garfo e colher, peneire, raspe ou esprema na mão, pois o liquidificador tritura tudo, inclusive ingredientes importantes. Evite alimentos ácidos - laranja lima é melhor nessa fase. Frutas frescas, in natura e, de preferência, da estação são recomendadas.

4.    Para a criança tudo é novidade, então atenção a alguns detalhes!
Se houver rejeição, complete com o leite materno. Para os alimentos que podem ser peneirados, amassados ou cozidos estão: cereais ou tubérculos, leguminosas, hortaliças (verduras e legumes) e carne (vaca e frango). As sopinhas podem ser preparadas com batata, cenoura, caldo de músculo, cebola, sal e azeite. Pode-se também incluir outros legumes, folhas e carnes. Devido à sensibilidade da criança, é imprescindível utilizar alimentos frescos e tomar cuidado com o excesso de sal, além de evitar temperos picantes (pimenta por exemplo). Óleo vegetal deve ser usado em menor quantidade. Utilizar peneiras diferentes (espaçamentos diferentes no entrelaçamento), de acordo com o alimento, também faz diferença.

5.    Água e suquinho no copo são uma ótima pedida!
Água e sucos naturais são recomendados ao bebê nessa fase também. 100 ml por dia no máximo! Sirva no copo para evitar confusão com os bicos. Sucos cítricos (limão, laranja, morango, kiwi e pera são exemplos) são recomendados após as refeições, pois assim melhora a absorção de ferro. Jamais substitua o consumo de sólidos por bebidas! E, para a sede, sempre dê água e não o suco!

6.    Raspou o prato? Haja naturalmente.
Comer tudo, de forma adequada, não merece prêmio e deve ser encarado como naturalidade. O começo é difícil, gera stress na criança e nos pais, mas com paciência logo essa fase passa. Lembre-se: pais nervosos e estressados, crianças nervosas e estressadas. Paciência, adotar uma rotina, com um local calmo para as refeições, contribuirá para o sucesso da empreitada.

7.    Separando os alimentos e fugindo da rotina

A partir do nono mês , gradativamente, o bebê deve passar para a rotina de alimentação da família, apenas com o ajuste na consistência do alimento. Não precisamos nem dizer que comer lasanha o tempo inteiro, beber refrigerante todo dia, sanduíche e pizza várias vezes por semana são péssimos hábitos para a saúde. Por isso, variar os pratos é muito importante. Separar os alimentos para apreciar a diferenciação de sabores e deixar que o bebê sinta o aroma da comida, tornará o momento ainda mais prazeroso.